Os ensaios fotográficos de Cesar Acosta

Leia mais

Inspiração: Tatuagens delicadas

Leia mais

Como viajar gastando pouco

Leia mais

Casais viajantes para seguir no Instagram

Leia mais
Mostrando postagens com marcador Faculdade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Faculdade. Mostrar todas as postagens

02/10/2015

Eu escolhi Artes Cênicas

A Eliandra está cursando a sexta fase do curso de Artes Cênicas na Universidade Federal de Santa Catarina. Atualmente está trabalhando no segundo estágio, o que é incrível, pois ela conta que é quase impossível encontrar um estágio na área. Antes desse, que é na Escolinha de Arte do CIC (Centro Integrado de Cultura), ela trabalhou no Instituto Guga Kuerten.

Diz que gosta de praticamente tudo que aprendeu no curso, mas em especial das aulas de encenação e direção. “Existem poucas coisas que eu não gostaria de fazer de novo, mas só porque o modo como eu vejo a arte mudou, então algumas coisas que eu gostava antes, hoje não acho que sejam tão interessantes.”, contou.

Quanto o nível de dificuldade das matérias, ela diz que o trabalho do ator, no geral, não é fácil. Não é difícil como estudar química e física, por exemplo, mas é complexo e requer muita dedicação e disposição.

No curso de Artes Cênicas você aprende todos os passos para a criação de um personagem e uma peça teatral completa. “É muito difícil descrever os personagens encaixando-os em todas as características necessárias em um texto só com falas e algumas indicações.”, disse.

As matérias também ensinam a história do teatro, suas ramificações, dramaturgia, trabalho de corpo, de voz, audiovisual, produção, cenografia, direção, maquiagem, figurino...Você pode atuar, produzir, dirigir, criticar, escrever, ensinar. “Durante o curso você sempre acaba descobrindo o que dentro das Artes Cênicas te desperta mais curiosidade, mas num geral tudo é encantador.”, contou.

Em Santa Catarina, o mercado de trabalho é complicado, instável e quase inexistente. A remuneração varia conforme o local onde você vai trabalhar, a área e o envolvimento no trabalho, mas, no geral, os artistas são conhecidos como uma classe que não ganha bem.

O curso tem duração de quatro anos e não existe nenhum pré-requisito para ingressar, mas é interessante que você já tenha feito aula de teatro, já tenha ido ao teatro assistir alguma peça ou já tenha lido peças teatrais. Mas, se nunca fez nada disso, não tem problema nenhum, pois você vai aprender a fazer! O importante é ter muita dedicação.

A Eliandra não se sente julgada pela escolha que fez, diz que quando fala que faz Artes Cênicas a primeira reação das pessoas é dizer "SÉRIO? Que irado!", mas depois olham com uma cara de "vai morrer de fome". Independente de qualquer coisa, ela acha que esse é o curso certo. “Por tudo que eu sou e gosto, não há nada que se encaixe tão bem pra mim quanto as Artes Cênicas.”, disse.

Quanto a ser a “escolha certa”, ela responde com outra pergunta: “O que é a escolha certa, né? Ganhar bem e ter uma vida financeiramente estável, ou não ganhar muito, praticamente pagar pra trabalhar, mas ser aquilo que te motiva a viver?”. Ela diz estar buscando o encontro das duas coisas e isso é o que a faz acreditar que fez a escolha certa.


Encontre o blog:
Facebook Instagram

Share to Facebook Share to Twitter Share to Google+ Share to Tumblr
Nenhum comentário:

01/10/2015

Eu escolhi Direito

A Maria tem 20 anos e estuda Direito na Universidade Federal do Paraná. O curso dela não é dividido em fases ou períodos, mas em anos, sendo que ela está no primeiro e o curso tem duração de cinco. Atualmente está fazendo o primeiro estágio, no Fórum Cível, no cartório da 6a Vara Cível de Curitiba.
As matérias
Matérias humanas como Direito e Sociedade e História do Direito são as que a Maria mais gosta. Além disso, ela também gosta bastante do ambiente politizado que é a Faculdade de Direito da UFPR. “É um local em que a política é constantemente colocada em pauta e discutida.”, diz. A dificuldade das matérias está dentro do possível, nada que a leitura dos materiais e textos não resolva. A suposta formação dos juristas como seres superiores e cultos é uma das coisas que ela diz não gostar. “Essa é uma cultura que eu realmente desencorajo dentro da faculdade de Direito”.


O mais legal
Questionei a Maria sobre o que ela aprendeu de mais legal e ela me contou que tem adorado aprender coisas relacionadas à conjuntura da política brasileira, que se incluem na disciplina de Teoria do Estado. “Discutir sobre como o Estado brasileiro funciona e os problemas que circulam por aqui, como a guerra fiscal, por exemplo, é muito interessante.”, conta.

Estágios e mercado de trabalho
No curso de direito há bastante oportunidade de estágio desde o primeiro período, seja em escritórios de advocacia, empresas, gabinetes ou cartórios. O mesmo acontece no mercado de trabalho, que é bastante expandido, tendo a arbitragem internacional, advocacia pública, trabalhista, penal, empresarial, cível. O direito civil, administrativo, ambiental, comercial, da tecnologia da informação, do consumidor, contratual, de propriedade, penal ou criminal, tributário e a carreira em delegacias de polícia ou no ministério público. Além disso, existe a magistratura (juízes, promotores, desembargadores) e a licenciatura. A remuneração fica gradativamente boa com a advocacia, sendo que na magistratura ela é bastante satisfatória. Na área do Direito, as mulheres tem maior dificuldade para se inserirem no mercado de trabalho, em decorrência do machismo.

Julgamento

Todo mundo acha que Direito é o curso certo para a Maria e contando com o fato de que o curso é bastante aceito socialmente, ela não se sente julgada pela escolha e diz que se pudesse voltar no tempo, com certeza escolheria o Direito mais uma vez. Mas de onde vem tanta certeza? A identificação e interesse pelas matérias e pelo ambiente da faculdade em si foram os fatores que a fizeram perceber que está no curso certo e também serviram como motivação na hora de escolher. “O que me motivou foi o meu interesse pelas matérias de humanas, interesse político e o interesse que desenvolvi em ver meu pai e meu irmão trabalhando com isso.”, conta.

Mais sobre o curso
Direito é um curso formador de juristas. Advogados, magistrados ou professores. É um curso que envolve muita, muita leitura, muita teoria. O curso em si, em sua grande parte, é mais teórico do que prático. A prática você aprende no estágio, e é por isso que o estágio no Direito é tão mais recorrente do que em outros cursos.

Sobrou alguma dúvida sobre o curso? Então vamos conversar nos comentários!



Share to Facebook Share to Twitter Share to Google+ Share to Tumblr
Nenhum comentário:

30/09/2015

Eu escolhi Hotelaria

A Leonor e a Carolina são gêmeas from Portugal (óh que rycas e phynas) que moram em Florianópolis e cursam o Superior de Tecnologia em Hotelaria no Instituto Federal de Santa Catarina. No momento elas estão na 4ª fase, sendo que o curso possui seis (por isso é tecnólogo – dura três anos). Pra quem não sabe, eu cursei quase um semestre inteiro de Hotelaria no IFSC e era colega das gêmeas que tem o sotaque mais lindo desse mundo, porém, a única coisa que eu gostava na faculdade era de ouvir as duas lendo textos, ou seja: sai um dia no meio de uma aula e nunca mais voltei. Apesar disso, eu acredito que seja um curso maravilhoso para quem se encaixa na área.
As matérias
O curso, no geral, é bem fácil. Você não precisa abrir mão dos finais de semana pra ficar estudando. Porém, sempre aparecem aquelas matérias mais chatinhas e difíceis que exigem mais esforço, como por exemplo Linguagem e Comunicação, Gestão Financeira, Gestão de Materiais, Controladoria e outras disciplinas que envolvem cálculos. “Mas isso é muito pessoal de cada um. Eu diria que as matérias são leves.”, diz Leonor. O curso é muito amplo e envolve uma série de áreas, sendo que o foco principal é fazer com que o aluno aprenda tudo sobre a gestão de um hotel, desde a parte do meio ambiente (economizar luz, água, separar o lixo, etc) até organização das camareiras, recepção, eventos, restaurante e, principalmente, a área administrativa, pois o objetivo é formar gestores hoteleiros. 


O mais legal
Foi difícil para as gêmeas contarem o que é mais legal na faculdade, porque pra elas tudo é legal! “Eu sou muito suspeita pra falar o que mais gosto no meu curso porque sou completamente apaixonada por ele.”, conta Leonor. Os professores sempre dizem que a Hotelaria trabalha com sonhos, com pessoas e expectativas, o que é uma grande responsabilidade! Os hoteleiros ficam nos bastidores e fazem com que tudo aconteça, ou seja, para ser um bom hoteleiro você precisa gostar de servir as pessoas, pois estará trabalhando com elas e para elas.

Estágios e mercado de trabalho
A grade curricular possui dois estágios obrigatórios. O primeiro acontece já na segunda fase do curso e o outro na última – esse chama-se “estágio de conclusão”. A Leonor realizou o primeiro no Hotel Mercure, em Florianópolis. “A experiência foi incrível! Pude colocar em prática todo o conhecimento teórico que conquistei no curso. Acho que esse é o momento para você perceber se realmente está no curso certo. Eu passei por tudo e continuo firme e forte na minha escolha. Ufa!”, contou.

Encontrar emprego na área é a coisa mais fácil do mundo, pois o setor é muito carente de mão de obra especializada. Porém, os horários são muito ruins – e essa também acaba sendo a parte ruim do curso. Funciona na escala 6x1 (de segunda a segunda), 8 horas por dia, com 1 folga semanal e 1 domingo por mês. Esse é o fator que mais desmotiva as pessoas a se inserirem na área. “Você tem que amar o que faz, como quase tudo na vida, né?”, disse Carolina. Os estágios são mais difíceis de conseguir por causa dos horários, mas se você procurar bastante sempre acaba encontrando um. A remuneração também é um fator desanimador, pois o início da carreira é difícil e o salário fica em torno de R$1.200,00 a R$1.500,00 (no caso dos recepcionistas, por exemplo), mas trabalhando num bom hotel o crescimento dentro dele é consideravelmente rápido e faz valer o sacrifício. Um cargo de gestor de hotel pode passar dos R$10.000.

Com a graduação você pode trabalhar em hotéis, eventos, agência de viagens emissoras e receptoras, como guia de turismo ou em outras áreas de lazer, entretenimento e gastronomia, por exemplo. Não existe discriminação entre homens e mulheres – o mercado quer apenas uma pessoa competente – e é imprescindível que você fale no mínimo inglês e espanhol.


Julgamento
Elas nunca foram julgadas pela escolha que fizeram, além do que, estão fazendo o que gostam e é uma área promissora no Brasil. "Se formos bons profissionais, não importa em qual área, sempre estaremos sendo reconhecidos pelo nosso esforço.", concordaram. Elas contam ainda que sempre tiveram afinidade com a área de Turismo e Hotelaria e apesar de terem ficado um pouco receosas no começo, logo perceberam que estavam no lugar certo, apesar das dificuldades. "Conseguir realizar sonhos e arrancar sorrisos das pessoas através do nosso trabalho é a coisa mais gratificante que existe!", concluíram as gêmeas, que no futuro pretendem fazer uma pós-graduação e montar a própria pousada.




Share to Facebook Share to Twitter Share to Google+ Share to Tumblr
Nenhum comentário:

29/09/2015

Eu escolhi Oceanografia

A Thais tem 19 anos e está no quarto semestre de 10 do curso de Oceanografia na Universidade Federal de Santa Catarina. Pra ela, as matérias mais difíceis são cálculo e física, porque apesar de ter escolhido um curso de exatas, ela tem bastante dificuldade no assunto. Nunca fez estágios, mas trabalha como voluntária na R3 animal, uma ONG que resgata, reabilita e reintroduz animais silvestres ao seu habitat.
As matérias
As matérias que a Thais mais gosta são as dos setores de biologia e geologia, mas ela acha superinteressante o fato de que a Oceanografia lida com diversas áreas de conhecimento, tanto que, além dessas, ela ainda tem física e química. Os temas de cálculo são os que ela menos gosta, pois são pouquíssimos os professores que aplicam os conhecimentos na prática e mostram onde eles serão exigidos na profissão.

Até a quarta fase as matérias não são muito difíceis (exceto cálculo), mas a faculdade em si é muito “puxada”. A Thais conta que às vezes precisa ser um pouco auto didata, seja porque os professores não sabem explicar muito bem ou porque eles querem que você tenha o hábito de pesquisar.

O mais legal
O curso de Oceanografia mudou o jeito como a Thais observava os ambientes e isso foi o que ela mais gostou de aprender. “Agora eu vou à praia e consigo identificar algumas espécies de algas, sei porque existem determinadas marcas na areia, sei da importância que cada ser vivo tem para o equilíbrio do ambiente, sei da importância de uma duna, que parece tão banal – ela tem uma razão pra estar lá, exatamente naquele lugar! A teoria mais bem aceita da origem da vida - não deixando a fé de lado, mas olhando com os olhos da ciência - é que ela veio dos oceanos, então o que me encanta na Oceanografia é que eu descubro como tudo está ligado, como cada pequena coisa tem sua função e seu porquê de existir. Os oceanos são quase como outros planetas, existem muitas coisas para descobrir e muitos danos causados pelos homens para minimizar!”, conta.

Estágios e mercado de trabalho
Os estágios de Oceanografia acontecem em sua maioria na área acadêmica, realizando pesquisas, porém são difíceis de conseguir. A atual turma da Thais tem cerca de 20 alunos, mas apenas cinco fazem estágio e só um é remunerado. Já o mercado de trabalho é bem amplo e conta com empregos nas áreas de gerenciamento de recursos naturais, limnologia, modelagem e previsões climáticas, modelagem oceânica, geoprocessamento oceânico, preservação ambiental, pequisa (biológica, física, geológica, química), consultoria ambiental, gestão costeira, em companhias do setor do petróleo e pesca e na Marinha.

Julgamento
A maioria das pessoas não sabe o que é o curso de Oceanografia, então elas não julgam, apenas perguntam o que um oceanógrafo faz e onde ele trabalha. Tanto que a própria turma da Thais canta nos jogos da faculdade: “Oceanografia, eu nem sabia que essa porr* existia” – é uma “auto-zuera”, segundo ela.

A única coisa que deixa os estudantes de Oceanografia ofendidos é ouvir que eles só estudam os peixinhos. “Isso nos deixa muito bravos, porque a gente se mata estudando cálculo, correntes, os tipos de rochas, gestão costeira, enfim, muita coisa! Não só peixinhos!”, explica.


Saídas de Campo
As saídas de campo são uma característica do curso. Porém, às vezes o dinheiro para fazê-las precisa sair do próprio bolso do aluno, visto que houve cortes na educação e o curso de Oceanografia na UFSC vendo sendo tratado com bastante descaso.

Nos embarques, os alunos têm contato com equipamentos como a draga, CTD e rede de amostragem. Em uma das saídas de campo, a turma foi parando em vários pontos e medindo o ph da água, a temperatura, a profundidade, a pressão, e recolhendo sedimentos do fundo do mar. Em outra, fizeram uma trilha para entender os tipos de rocha. Na matéria de Zoologia, foram à praia ver a vida marinha do Costão Rochoso, na matéria de Geologia II, foram parando na estrada e desenhando como eram as formações rochosas, as falhas geológicas e observando icnofósseis encontrados no caminho, em Sedimentologia Marinha, foram à uma praia estudar as marcas na areia. Atualmente, estão com duas saídas de campo programadas, uma na matéria de Necton, para mergulhar e observar o comportamento dos peixes, e outra em Botânica, para estudar as espécies de algas.

Pré-requisito
Não existe um pré-requisito para o curso, mas é importante que você tenha uma boa relação com o meio-ambiente e com o mar. Saber inglês é algo fundamental, pois os melhores livros e artigos disponibilizados pelos professores são em inglês. Caso não seja muito bom em exatas, precisa pelo menos ter força de vontade pra aprender! E isso significa abrir mão de muitos momentos de lazer pra passar tardes estudando.

Para se formar é necessário ter 100 horas de embarque. Se você tem problemas com enjoo, os professores alertam que é completamente normal e não existe mal algum em tomar um remedinho! Isso não deve ser impedimento para quem não se sente confortável navegando. Porém, na UFSC, esse assunto é um problema! Pois é raro quando Universidade disponibiliza embarques. Há pessoas que acabam as matérias mas não conseguem preencher as horas necessárias para poder se formar.

O curso de Oceanografia na UFSC
A Thais contou que teve uma professora de Geometria Analítica que não sabia o que era Oceanografia, ela estava ali simplesmente pra dar a aula dela e pronto! Também teve um professor de Física que ficou até a metade do semestre achando que estava dando aula pra Engenharia de Aquicultura, quando descobriu que era Oceanografia, fez uma prova com uma questão onde o aluno tinha que descobrir a força com que um homem estava puxando um pinguim num zoológico. Oi? “Seria tão mais interessante se aplicassem os conhecimentos na prática de verdade! Eu gostaria muito de ter mais professores oceanógrafos, pois só tive dois até agora e são eles que sabem aplicar a teoria na prática.” 

Alguém aí ficou com vontade de ser oceanógrafo?
Share to Facebook Share to Twitter Share to Google+ Share to Tumblr
Nenhum comentário:

28/09/2015

Eu escolhi Fotografia

Ainda não sabe o que cursar na faculdade? Conheça o curso de Fotografia e descubra se ele é o certo pra você!

A Karina tem 19 anos e está na segunda fase do curso de Fotografia, na Univali – Universidade do Vale do Itajaí que fica em Florianópolis, nas margens da SC 401. Ela é totalmente apaixonada por essa arte e apesar de nunca ter feito estágios - e segundo ela, não é muito fácil de conseguir um – está sempre fotografando tudo (lindamente) por aí! 

Ela diz que tem vontade de mudar o mundo através das fotos e por isso pretende trabalhar com a fotografia documental, mostrando diferentes realidades e criando consciência nas pessoas sobre coisas que não estão acostumadas a observar.

A certeza que escolheu o curso certo vem pelo amor que sente pela profissão e a vontade que tem de fazer a diferença.


As aulas que ela mais gosta são as práticas e as aulas de história da fotografia. Nas aulas práticas os alunos testam aquilo que aprenderam na teoria, tendo como exigência a técnica e a criatividade, sempre com o auxílio dos professores. Segundo ela, essas atividades tornam o curso bem dinâmico.

Fotografia de eventos é o seguimento que a Karina menos gosta, apesar de já ter fotografado palestras, campeonatos de skate, etc, não é o que ela busca na área profissional.

O mercado de trabalho depende da área em que você deseja atuar. As mais predominantes são a fotografia social (gestante, book, casamento), moda, fotojornalismo, documental, produto e publicitária. Ainda existe a área pericial, audiovisual, arquitetura de interiores, banco de dados, curadoria e restauração e conservação. Mas aqui em Florianópolis, por exemplo, ela diz que a área social é muito mais ampla do que a de moda. O segredo é pesquisar e correr atrás! A remuneração pode variar. "Como freelancer a remuneração vai de acordo com a valorização que você dá para o seu próprio trabalho", explica.

Ela também me contou que o curso dura dois anos e meio e abre portas para todas as áreas da fotografia, para que você possa ter experiência em tudo e aí se especializar na área que mais lhe atrai. Nas aulas você aprende a técnica, a aprimorar o olhar, a mexer nos programas de edição, etc.

Não existe nenhum pré-requisito para entrar na faculdade de Fotografia. Você não precisa saber fotografar, afinal, você está lá justamente para aprender a fazer isso.

Quanto aos julgamentos, ela diz que se sente sim um pouco julgada pela escolha que fez, pois a fotografia ainda não é bem aceita no mercado de trabalho. Mas mesmo assim, disse que se pudesse voltar no tempo, não escolheria outro curso.



Encontre o blog:
Share to Facebook Share to Twitter Share to Google+ Share to Tumblr
2 comentários: